quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2012

O inimigo do meu inimigo...

...não é necessariamente meu amigo.

«Acredito que o aborto deva ser liberado para os casos em que o bebê não sinta dor. »


« Em relação aos direitos dos gays se casarem e adotarem crianças, eu acho aceitável »


Com inimigos da esquerda e "conservadores" desta qualidade, gayzistas e abortistas militantes já não são precisos.

Talvez o Luciano Ayan gostasse de ter sido abortado no ventre da sua mãe (sem sentir dor) e que uma parelha homossexual tivesse tido  o "direito" de o adoptar quando ele era criança.

Ou isso, ou o Luciano Ayan passa bem com o mal dos outros. 

Tendo em consideração aquilo que agora defende, esse autor passará a ser considerado e tratado como adversário.


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